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Os mais diferentes povos do planeta aproveitam a chegada do Ano Novo
para celebrar
a chegada de boa sorte e prosperidade. Ser feliz no amor,
ter dinheiro no bolso, esbanjar saúde e beleza, ficar livre dos
maus fluídos, são alguns dos pedidos feitos na virada
do ano.
Na Babilônia, no ano 2000 a.C.,
já se comemorava o Ano Novo. No Cigarat - um templo em forma
de torre -
faziam-se sacrifícios de alimentos aos deuses da fertilidade
Marduk e Dumuzi.
Desde essa época, a passagem do ano sempre teve significados
especiais, geralmente associados à idéia de esperança
e de recomeço.
Em busca de poder, amor, sorte, dinheiro e felicidade, surgiram outras
formas
especiais de celebração do Ano Novo. Na Índia,
são atirados na fogueira objetos que
representam impurezas e doenças. Na China, usa-se a cor preta
para dar sorte.
No Japão, é comum fazer uma cerimônia de limpeza
na casa e
pendurar uma corda de arroz na entrada, para afastar os maus espíritos.
No Brasil, costuma-se misturar um pouco de cada cultura,
com forte influência da cultura africana.
Comer caranguejo (que anda para trás) ou galinha
(que cisca para trás) traz azar para o Ano Novo. Para atrair
dinheiro
e prosperidade, não se deve deixar faltar romã na ceia
de Revéillon.
No antigo Egito, a fruta tinha tanto poder que chegou a ser usada como
dinheiro.
Além disso, o vermelho das sementes da fruta é associado
ao sangue,
símbolo de vida e de saúde.
No Japão, no dia de Ano Novo, as pessoas costumam comer algas
para ter sorte.
E, segundo a tradição popular, quem tem um comércio
deve lavar o chão com algas
para trazer prosperidade. No Norte da Europa, é tradição
que, logo após a meia-noite,
se abra a porta de entrada para dar boas-vindas aos desejos e deixar
a sorte entrar no lar.
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